O procurador-geral da República, Paulo Gonet, foi contrário a um pedido de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que buscava apurar vazamentos da investigação contra ele no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga escândalo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Gonet considerou que não cabe a Lulinha pedir providências sobre a condução de inquéritos e se opôs ao pedido. “A vítima de crime de ação pública incondicionada não tem legitimidade para requerer providências que dizem com a condução do inquérito policial”, disse.A defesa de Lulinha argumenta que há no caso a “exposição de dados sensíveis e sigilosos” do filho do presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT).3 imagensFechar modal.1 de 3Lulinha é filho do presidente Lula (PT)Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles2 de 3Procurador-geral da República Paulo GonetBRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto3 de 3Prédio da Procuradoria-geral da RepúblicaAntonio Augusto / Secom / PGR Leia também Manoela AlcântaraLula diz ao TSE que Lulinha aceita abrir sigilo em ação contra Flávio Mirelle PinheiroPF pede a Mendonça mais prazo para investigar Lulinha e Roberta Luchsinger BrasilLulinha aparece em foto com Roberta Luchsinger em jatinho de US$ 20 milhões BrasilFlávio pergunta “cadê Lulinha” e Lula diz que Luchsinger é “problema da PF” “O interessado comunica vazamentos de dados sigilosos, que afirma provirem de material obtido mediante quebra de sigilo telemático na Operação Sem Desconto. Mostra-se ciente de que há inquérito em curso, mas afirma que, desde que aberto, não há resultado divulgado e que a exposição de dados sensíveis e sigilosos prossegue”, respondeu a PGR.Gonet, porém, defendeu que a petição de Lulinha seja incluída nos autos do processo para que “novos episódios de vazamento narrados sejam considerados” pelos investigadores.












