Na Mira

Situação ocorreu em Vicente Pires, durante de uma corrida de app. Segundo a PCDF, todos os envolvidos assinaram um TCO e foram liberados

Larice de Paula, Felipe Machado
29/09/2026 11:27, atualizado 29/09/2026 14:08
Reprodução
Uma discussão iniciada durante uma viagem de aplicativo de transporte terminou em briga, xingamentos e com uma policial militar sendo agredida. A confusão, que aconteceu na madrugada dessa segunda-feira (28/9), em Vicente Pires (DF), envolveu um motorista de aplicativo e três mulheres.
Em virtude da briga, três agentes de segurança pública que estavam de folga – dois PMs e um agente civil – tiveram de intervir na confusão.
A Polícia Civil apura o ocorrido. Não há informações sobre o que motivou a briga.
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), inicialmente, um PM, que se encontrava no local, determinou que os envolvidos cessassem as agressões. No entanto, a briga seguiu acontecendo. Diante da recusa, foi necessária intervenção física para separar os envolvidos.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Na sequência, uma PM e um agente da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) chegaram e prestaram apoio à ocorrência. Nesse momento, uma das envolvidas teria agredido a policial militar. Além disso, ela teria tentado alcançar a arma de fogo da militar durante a confusão, mas acabou sendo contida.
Ainda de acordo com a PMDF, alguns dos envolvidos apresentavam lesões aparentes. Em virtude disso, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado. Após atendimento médico, todos os envolvidos foram encaminhados à 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural) para registro da ocorrência e apuração dos fatos.
Registro na DP
Segundo a PCDF, o motorista foi qualificado como vítima de dano, atribuído às três mulheres. Ele também foi identificado como autor e vítima dos crimes de injúria, ameaça e lesão corporal, considerando as versões apresentadas sobre supostas ofensas, ameaças e agressões recíprocas.
As três mulheres também foram qualificadas como autoras e vítimas de injúria, ameaça e lesão corporal, diante das versões apresentadas sobre as ofensas, ameaças e agressões ocorridas durante a confusão.
Uma das mulheres, de 28 anos, também foi qualificada como autora do crime de resistência, devido à conduta praticada contra uma policial militar durante a intervenção.
Todos os envolvidos assinaram Termo de Comparecimento à Justiça, conforme previsto para os crimes registrados, e foram liberados.

